Tirinha nova, Abobrinha 2018.

Sou um viciado em desenhos.
Como disse, não me considero um artísta, mas, um viciado em desenhos. Não me vejo fazendo outra coisa, quando não estou em sala de aula. O desenho é uma coisa que me domina, que me faz orbitar. E nessa esfera criatitva na maioria das vezes me pego criando historinhas para as personagens que imagino. O mais comum deles todos é o que lhe apresento abaixo.
As historinhas vão surgindo baseadas nas experiências e observações do cotidiano, meu e das pessoas com as quais me relaciono. É bom demais, e o terreno para as historinhas é bastante fértil.
Essa tirinha trata de uma questão muito séria. Pessoas caprichosas tentam manipular durante todo o tempo. Os que sofrem esse tipo de assédio devem estar atentos.

EM MINHAS TIRINHAS SEMPRE PROCURO ABORDAR UMA SOBRE UMA SITUAÇÃO QUE OCORRE NO DIA A DIA. pOR EXEMPLO COM RELAÇÃO AOS QUE CRITICAM, MAS NÃO DEMORA ESTÃO FAZENDO O MESMO QUE OUTROS. PENDO QUE AJUDO A REFLETIR MELHOR SOBRE ESSE TIPO DE SITUAÇÃO.

Existem pessoas que gostam de mandar, e outras que facilmente são manipuladas.





Sou apaixonado pelo traço do Abobrinha. Ele é leve, redondo e gracioso. Gosto de criar situações para essa personagem. É divertido e me ajuda a passar o tempo, quando não estou em sala de aula. Todo mundo sabe que a sala de aula é um ambiente extressante. Daí, desenhar funciona como uma terapia, me tranquiliza e me faz relaxar.
Imteressante é que nas entrelinhas das historinhas que criamos existe sempre uma mensagem que precisa ser processada. Fazer com essa mensagem chegue até as pessoas é o papel das personagens.

Educação, política e situações do cotidiano entram em cena, junto com as personagens dos meus quadrinhos.

